Máscara continua obrigatória em terminais de ônibus, rodoviárias e estações de metrô no Ceará

Os locais de acesso ao transporte coletivo no Ceará continuam exigindo o uso de máscaras, mesmo com a flexibilização do acessório de segurança contra a Covid-19 em ambientes fechados. A decisão abrange espaços como terminais de ônibus, estações de metrô, VLT, e demais acessos aos veículos, conforme o Diário Oficial do Estado (DOE) publicado nesta quinta-feira (14).

Apesar do uso de máscara em ambientes fechados deixar de ser obrigatório no Ceará a partir de sexta-feira (15), a utilização dela é recomendada em alguns casos específicos, de acordo com a governadora do Ceará, Izolda Cela. Em outros ambientes, o uso segue do equipamento de proteção individual segue obrigatório.

Público recomendado a seguir utilizando máscara:

  • pessoas imunossuprimidas;
  • gestantes;
  • pessoas com algum sinal de contaminação;
  • pessoas em situação que devem evitar qualquer contaminação, incluindo Covid-19.

Locais onde o uso de máscara segue obrigatório:

  • Unidades de saúde, como hospitais, postos de saúde e UPAs;
  • Em veículos e acessos de transporte público.

“Aquelas pessoas imunossuprimidas, gestantes, pessoas que estão com algum sinal de contaminação, pessoas que estão em alguma situação que devem evitar qualquer tipo de contaminação isso claro super valido para Covid-19, mas também para outras situações. Porque agora mesmo estamos atravessando alta circulação viral de outros vírus como a gripe. Então essa recomendação é importante”, afirmou a governadora Izolda Cela.

Vacinação continua

A governadora destacou que o estado tem quase 90% da população vacinada com o “esquema primário” de vacinação, ou seja, pessoas que já receberam a primeira e a segunda dose da vacina contra a Covid-19.

Apesar do avanço da vacinação, a governadora afirmou que a população deve manter a vacinação, incluindo a dose de reforço, também chamada terceira dose.

“Esse momento é importante, quando a decisão permite a desobrigação do uso de máscara nos ambientes fechados e lembrando uma coisa muito importante: as recomendações permanecem. O próprio decreto traz recomendações.”

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